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FAQs de Capital de Risco
Tem dúvidas ou questões sobre capital de risco?
 
Consulte as nossas FAQS de Capital de Risco.
 
 Capital de Risco - FAQs
 

Em destaque
LXXII
- Em que empresas de biotecnologia é que a Gesventure está a investir?

LXXIII - Porque é que a biotecnologia é particularmente interessante para as sociedades de capital de risco?

LXXIV - Em que outras áreas é que pretendem investir nos próximos meses?

LXXV - Quais são os vossos projectos para 2008?
 

I - O que é o Capital de Risco?

II - O que são as sociedades de Capital de Risco?

III - Quem são os "Business Angels"?

IV - Para que servem os clubes de Business Angels?

V - O que é um Venture Catalyst?

VI - Como saber se uma empresa precisa um Business Angel?

VII - Como é o processo de Entrada de um investidor?

VIII - Qual o grau de Liberdade de Gestão que fica para um Empreendedor?

IX - O conceito faz sentido no âmbito do Franchising?

X - O capital de risco só se aplica a empresas de novas tecnologias?

XI - O que fazer se tiver uma boa ideia mas não tiver capital?

XII - O que fazer se tiver uma boa ideia e alguns recursos limitados?

XIII - O que fazer se tiver uma empresa a funcionar e se se quiser expandir?

XIV - Quem são os investidores em capitais proprios?

XV - Existem categorias distintas de investidores em Capitais Próprios

XVI - Que tipo de empresa procuram?

XVII - Gostaria de saber como montar uma proposta de projeto para ser viabilizado com Capital de Risco?

XVIII - Onde encontrar Gestores Operacionais?

XIX - Porque motivo a Industria de Capital de Risco Europeia atingiu em 1999 valores Record? porque agora? será devido à "bolha" da Internet? ou existirá em 2000 novos Records?

XX - Quais os dados mais significativos da actividade de capital de risco em 1999?

XXI - Compreendo o que é uma incubadora e os seus serviços mas uma vez lá dentro como é que poderei saber se algo vai mal no meu negócio ? Vocês não estão a trabalhar dentro da minha empresa, não acompanham o meu trabalho diário....

XXII - Quais as possibilidades que se colocam ao empreendedor na hora de fazer face ao desinvestimento por parte das SCR?

XXIII - Quais a(s) ferramenta(s) mais eficiente(s) de avaliação de uma empresa, de forma a sabermos se a empresa está preparada ou não para receber investimentos. Pode-se afirmar que esta avaliação garante em boa parte o sucesso do investimento? Se puder me indicar algum material / bibliografia eu ficaria muito grato.

XXIV - Qual a melhor forma de constituir uma Administração e um Conselho Consultivo? Espera-se remuneração em dinheiro para ambos? Espera-se a oferta de acções da empresa? Como determino o tamanho destes grupos?

XXV - As SCR portuguesas estão a deixar de investir nas dot.com ( como já acontece com algumas norte-americanas) ou isso está longe de acontecer em Portugal?

XXVI - As IPO's na Internet

XXVII - Os investimentos do Capital de Risco nas TI's

XXVIII - As IPO baixaram muito no ano 2000 nos EUA, mesmo nos sectores não-tecnológicos. Comentário?

XXIX - Somos uma empresa (L.da) de comunicação, vocacionada essencialmente para as novas tecnologias. Presentemente estamos envolvidos, em sistema de parceria, na exploração de uma loja, localizada num dos centro comercial com mais fluxo de pessoas no país. Essa loja tem como objectivo a prestação de serviços na área da impressão digital. Apesar de ter aberto recentemente, tem já uma facturação razoável e com grandes perspectivas futuras e imediatas. A razão é simples: além da localização, presta um serviço inovador no país - a impressão digital com rapidez e qualidade. O investimento não é nosso, mas sim da outra empresa com a qual mantemos a pareceria. Acontece que tem havido algumas divergências em termos de condução estratégica do negócio. A nossa questão é a seguinte: é possível viabilizar uma operação capital de risco neste projecto? De que forma e como? Agradeço, desde já, qualquer informação útil que me possam disponibilizar.

XXX - Qual o CoreBusiness da Gesventure? Quais os produtos que oferece ao mercado das PME?

XXXI - Quais os seus principais clientes ? Existe um perfil tipo de clientes? Existe alguma incidência nos projectos Dot.com? Qual a área de maior solicitação?

XXXII - Quais as diferenças de abordagem para cada uma das áreas envolvidas e em que trabalham?

XXXIII - Quais os valores/custos genéricos envolvidos nos projectos da Gesventure?

XXXIV - Quais os motivos principais para recurso aos vosso serviços?

XXXV - Quais os conselhos a dar às empresas que careçam de uma intervenção nesta área, nos seu processo de escolha de uma consultora? Que critérios de escolha devem seguir? Como devem proceder internamente?

XXXVI - Como aprecia o mercado da consultoria nesta área? Existem muitas multinacionais? Qual o papel das pequenas empresas? Quais os seus clientes?

XXXVII - Quais os principais entraves da vossa actividade em termos de propostas apresentadas?

XXXVIII - Qual a sua opinião sobre a evolução do mercado da consultoria em geral, e da consultoria na área especifica em que a Gesventure opera? Como será no futuro?

XXXIX - Será possível referir-me um exemplo que se destaque das inúmeras intervenções já levadas a cabo pelas Gesventure ? O nome e descrição genérica do projecto; de todo o processo de intervenção e seus resultados práticos?

XL - Qual o objectivo da criação do Indicador Gesventure/Univ.Moderna?

XLI - Quais os factos mais marcantes em 2000 para o sector de Capital de Risco?

XLII - Quais foram as grandes diferenças que se sentiram no sector, do 1º para o 2º semestre de 2000?

XLIII - Sentiu-se uma quebra dos investimentos realizados pelos operadores em Portugal? e no exterior?

XLIV - Do total de investimentos realizados no 2º semestre, como é que analisa o interesse dos investidores de CR pela área ligada à Internet?

XLV - Com a quebra nas dot.com acha que se verificou um regresso dos investidores de CR às áreas tradicionais da economia? ou essas áreas nunca deixaram de ser as que maior peso tiveram nas escolhas dos investidores?

XLVI - Como vê a evolução do sector do CR no 1º semestre de 2001?

XLVII - Tendo em conta a sua experiência na avaliação de negócios, como encara o “B2B” em Portugal?

XLVIII - Na sua opinião, as empresas portuguesas estão preparadas para esta nova área de negócio, quer do ponto de vista do investimento quer na perspectiva de clientes?

XLIX - As primeiras iniciativas de B2B em Portugal adoptaram uma estratégia de negócio horizontal, concorda com esta abordagem?

L - Como vê a evolução do B2B em Portugal?

LI - Os projectos B2B são interessantes do ponto de vista das empresas de capital de risco?

LII - Na sua perspectiva, qual o modelo de negócio mais interessante para um projecto de B2B?

LIII - Do ponto de vista do cliente, quais são as principais vantagens do B2B?

LIV - E do ponto de vista dos investidores?

LV - Ao ler as informações no vosso site sobre capital de risco surge uma duvida: Imagine-se uma empresa na area de novas tecnologias de alguma dimensão (30-50 empregados) que deseja crescer; Será uma sociedade de capital de risco indicada para o financiamento deste crescimento? Ou será mais indicado uma outra forma de financiamento?

LVI - Chamo-me (...) e sou licenciado em Comunicação Social e Cultura, para além de frequência em Relac. Internacionais. Tenho lido algumas coisas sobre capital de risco e nestes dias cheguei a um dos vossos artigos. A respeito de capital de risco.......tenho um projecto na área da comunicação social, genenralista quanto ao formato mas diferenciado e único em Portugal quanto ao mercado a que se destina. às vezes fico com vontade de por mãos à obra e de facto entrar de cabeça "nessa coisa" do capital de risco, mas às vezes o receio também está presente. Não por achar que possa falhar, isso não.......mas por achar que às vezes não se encontra pessoas a altura de nos acompanhar num projecto. Tenho liderado projectos, desde tenra idade que tenho espírito de liderança e sou extremanete exigente em tudo o que me envolvo. Neste exacto momento estou a tratar de uma grande produção cultural (...). Foi um risco que corri, e estou na fase de angariar patrocinadores - tarefa ingrata. Caro Professor, diga-me sinceramente....vale a pena arriscar com o capital de risco? Que tenho eu a perder? O que pode correr mal? Bem..agradeço a sua atenção e espero poder contar com algum apoio seu no que diz respeito a tirar-me estas dúvidas....digamos...receio.

LVII - Procuro "business angels" para projectos da "velha economia" da ordem do 1.000.000 de euros, com baixo risco. Onde os poderei encontrar? Já procurei em muitos lados e falei com muita gente, mas aparentemente é uma espécie extraordinariamente rara em Portugal...?

LVIII - O que são sociedades de capitais de risco (SCR's)? O que são "business angels"? O que é a Gesventure e que papel tem nestes domínios?

LVIX - Que vantagens têm os capitais de risco para o empreendedor, quando comparados com outras formas de financiamento?

LX - E quais os riscos? Que condições se colocam ao empreendedor?

LXI - A quem aconselharia a captação de capitais de risco? Há ramos de negócio onde a captação de capitais é à partida mais fácil?

LXII - Quais as fases de um processo de captação de capitais? Que montantes podem estar envolvidos? O empreendedor pode ter que entrar com parte da verba necessária para um projecto ou a totalidade do investimento é da responsabilidade das SCR's?

LXIII - Qual o grau de autonomia dos empreendedores, uma vez captado o capital?

LXIV - Há dados sobre o nº de projectos de capital de risco concretizados nos últimos anos? Há alguns casos de sucesso que me possa indicar? Qual o panorama dos capitais de risco em Portugal; que "fase do negócio" se vive actualmente?

LXV - Como consiste o processo de triagem de empresas que recorrem ao Capital de risco?(critérios, qual é a análise, dados que pretendem obter...)

LXVI - Quanto vale o negócio do Capital de Risco em Portugal

LXVII - Relações do capital de risco com o empreendedorismo?

LXVIII - Pode-se actualmente falar de um empreendedorismo com cariz global?

LXIX - E em termos futuros qual o impacto da actividade de capital de risco como motor do sucesso das empresas na actividade exportadora?

LXX - De que modo se articula o capital de risco, o empreendedorismo e a inovação?

LXXI - Porque defendo que o mercado portugues vai ser interessante para o aparecimento de operações de MBO

LXXII - Em que empresas de biotecnologia é que a Gesventure está a investir?

LXXIII - Porque é que a biotecnologia é particularmente interessante para as sociedades de capital de risco?

LXXIV - Em que outras áreas é que pretendem investir nos próximos meses?

LXXV - Quais são os vossos projectos para 2008?

 

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