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INTRODUÇÃO
| OBJECTIVOS
| RESUMO
DOS TRABALHOS (partes
1 , 2
, 3 , 4
, 5 , 6
, 7 , 8
, 9
)
Entitulou
a saúde como uma oportunidade de gestão empresarial
Qualificou
o enquadramento político legal do sistema de saúde português
como um dos mais modernos a nível mundial.
“A
questão é: por vezes temos as melhores leis mas não temos
as melhores práticas.” Referiu
vislumbrar a este propósito existir alguma vontade política
de introduzir neste sector alguma gestão privada.
Seguidamente,
efectuou uma breve abordagem sobre as despesas totais com a saúde
a nível global. Referiu que o despesismo
privado na área da saúde é muito superior ao resto
dos países da OCDE.
Evidenciou
uma tendência crescente da despesa e quais os principais
factores impulsionadores, nomeadamente o acréscimo de
rendimento da população; a melhoria de educação e informação
nesta área; a mudança na estrutura etária provocada pelo
progressivo envelhecimento e as novas tecnologias na prevenção,
detecção, tratamento e comunicação.
Vaticinou
que a progressão dos cuidados de saúde vão ser enormes em
virtude do efeito do progressivo envelhecimento – daí a
tendência para um cada vez maior investimento e despesa.
Há
muito a fazer ao nível do Sistema Nacional de Saúde segundo
as suas palavras, nomeadamente
a necessidade de uma maior focalização do Sistema Nacional
de Saúde em termos de cuidados de saúde, podendo ser
excluídos alguns como os da estética e fertilização
artificial. Falou também no caso da discriminação positiva
– acesso garantido a todos com pagamentos diferenciados
consoante rendimentos e na gestão dos recursos, sobretudo ao
nível da eficiência e do pessoal.
Concluiu
referindo que há que fazer a reengenharia e racionalização
deste sector, através da gestão publica e privada, e que o
investimento na saúde é altamente compensador em termos
sociais, deixando á reflexão de todos a seguinte frase:
“Graças
ao investimento na saúde, vamos acrescentando mais anos à
vida e damos mais vida aos anos.”.
Efectuou
uma breve abordagem sobre as oportunidade de investimento na
área de saúde na Alemanha, a qual é gerida, em termos
publico e privados, com grande eficácia.
Referiu,
igualmente, as tendências do mercado na Europa,
ressaltando-se a esse respeito o aumento registado ao nível
das despesas de saúde privada e a pressão sentida pelos
governos com vista á redução dos custos, daí as soluções
privadas estarem cada vez mais a ganhar forma.
Além
disso, revelou alguns aspectos interessante sobre um estudo
que está a ser
feito a nível do sector público,
analisando individualmente vários sectores dos serviços
e custos associados, com vista a aumentar a eficiência e a
qualidade dos serviços de saúde.
Destaque-se
ainda a importante abordagem que efectuou acerca dos seis
maiores operadores privados alemães, os quais detêm
actualmente 44% do mercado privado.
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